HISTÓRIA E TRADIÇÕES
O Major Antonio de Souza Guerra fundou Betânia. Aos 18/04/1911 realizando a primeira feira convidou seus amigos da região. O início da povoação foi uma construção de duas casas: a do Major Guerra e a do Senhor Ângelo Clementino. Empreitada pelo senhor João Alves Daniel no valor de 5 mil réis para carregar barro e areia, prosseguiram as demais construções pelos habitantes locais. Doando o patrimônio de Santo Antonio, padroeiro dessa terra, pois o Major Guerra era co-herdeiro da fazenda Caiçara.
Juntamente com seus amigos, viram o progresso econômico na agricultura e pecuária, testemunharam uma grande enchente, que os deixou perplexos diante da enxurrada, deram o primeiro nome á terra fundada de “Caiçara dos Órfãos”.
Era 12 de maio de 1918, Betânia é elevada à vila, mas aquele que muito fez por Betânia cerra seus os sentidos e desaparecerem. Feneceu,morre, descansa no chão betaniense, a alva do dia 10 de novembro de 1925, presenciava este fato, morrera Major Gerra. Betânia fora edificada, fora fundada por ele.
Na atuação Deputado Olímpio Ferraz, juntamente ao desembargador José Ferraz Ribeiro do Vale (Ribeirinho), betanienses que trabalharam em prol da emancipação política de Betânia, que pertencia ao município de Custódia. A que ocorreu aos 19/03/1962. Visavam sua terra, foi o que ocorreu.
O desejo foi realizado, os betanienses emocionados, gritaram, pularam, dançaram o frevo vassourinha, que é o hino da alegria do pernambucano, confraternizaram-se em abraços. As ações e luta confiaram os esforços do Cel. Olímpio de Souza Ferraz e do desembargador José Ferraz Ribeiro , Ribeirinho.